Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Em causa a análise de três artigos desse projeto referentes à representatividade e à proporcionalidade da Assembleia-Geral, que tinham sido chumbados na especialidade.
Um dos pomos da discórdia é a utilização do método de Hondt na eleição para os conselhos de arbitragem, justiça, disciplina e fiscal da FPF.
A Assembleia-Geral extraordinária da FPF de 02 abril decidira suspender os trabalhos e marcar nova reunião magna para 30 de abril, na sequência de um requerimento apresentado nesse sentido pela Associação de Futebol de Leiria (AFL) e aprovado por 29 dos sócios ordinários, com único voto contra da Associação Portuguesa de Árbitros (APAF).
Nesse requerimento, a AFL realçava a necessidade de se voltar a discutir e votar o projeto de estatutos somente depois de preparar em conjunto uma redação final dos três artigos chumbados na especialidade na Assembleia-Geral de 19 de março, objetivo que se vai tentar alcançar na reunião de hoje, preparatória da AG de 30 de abril.
A FPF continua assim sem os estatutos adequados ao novo Regime Jurídico das Federações Desportivas, permanecendo com parte da utilidade pública suspensa pelo Governo, que cortou praticamente todos os apoios financeiros à federação.
O Governo tinha prometido reavaliar a situação da FPF em abril, enquanto a FIFA e a UEFA também já ameaçaram suspender a federação portuguesa, o que implicaria a exclusão dos clubes e das seleções das várias competições internacionais.
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