Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O secretário-geral do PCP condenou hoje a declaração ao país do primeiro-ministro e o último Conselho de Ministros sobre a "saída limpa" do programa de assistência económico-financeiro, afirmando tratar-se dos "parabéns do agressor aos agredidos", referindo-se aos portugueses.
O secretário-geral do PCP condenou hoje a declaração ao país do primeiro-ministro e o último Conselho de Ministros sobre a "saída limpa" do programa de assistência económico-financeiro, afirmando tratar-se dos "parabéns do agressor aos agredidos", referindo-se aos portugueses.
No debate quinzenal no Parlamento, Passos Coelho contrariou a tese, defendendo que o Governo PSD/CDS-PP foi o que mais foi "buscar aos ricos" e que "a verdade, verdadinha, é que, quando é preciso ir buscar o dinheirinho, há uns que prometem tudo e outros que realmente dão a cara".
"O que apresentou foi um balanço de contabilidade não fazendo um balanço da realidade dos últimos três anos. É tudo um êxito. Só pode ser para quem, com ligeireza, silencia o desemprego que atinge os jovens, tal como a emigração, o aumento do número de pobres, mais cerca de um milhão e meio", criticou Jerónimo de Sousa, sublinhando que "o pais esta mais injusto, mais atrasado, mais endividado e com menos independência".
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