Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A reorganização administrativa das freguesias permitirá uma poupança anual direta de 9,2 milhões de euros, relativos aos custos dos órgãos políticos extintos, de acordo com contas do Governo.
A reorganização administrativa das freguesias permitirá uma poupança anual direta de 9,2 milhões de euros, relativos aos custos dos órgãos políticos extintos, de acordo com contas do Governo.
Segundo dados enviados pela secretaria de Estado da Administração Local à agência Lusa, à poupança direta anual de 9,2 milhões de euros, relativos à redução dos órgãos políticos de 1.168 freguesias, “acrescem as poupanças que resultam de contratação com mais escala e da não-duplicação de despesas e de serviços”, que não são especificadas.
Nas contas do Governo, o novo regime jurídico das autarquias, que reduziu 517 membros dos gabinetes de apoio político aos presidentes das Câmaras e aos vereadores, permite também uma poupança anual média de sete milhões de euros. A nova lei dos dirigentes municipais, que reduziu 370 dirigentes em 2013, permitiu poupar, em média anual, cinco milhões de euros.
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