Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Secção do Centro da Ordem dos Médicos (OM) criticou hoje as restrições à criação de unidades de saúde familiar (USF) e a sua passagem para o modelo B, acusando o Governo de “desinvestir nos cuidados” de saúde primários.
A Secção do Centro da Ordem dos Médicos (OM) criticou hoje as restrições à criação de unidades de saúde familiar (USF) e a sua passagem para o modelo B, acusando o Governo de “desinvestir nos cuidados” de saúde primários.
Num despacho publicado na semana passada, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, impõe um número máximo de 50 USF a constituir este ano, limitando a 20 as que poderão mudar do modelo A para o B.
“Habilmente, o ministro impõe um número máximo de 20 para as unidades que podem passar para o modelo B, sendo que, na realidade, muito provavelmente, não vão poder abrir mais do que oito”, disse à agência Lusa Carlos Cortes, líder regional do Centro da OM.
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