Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O advogado da ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues considerou hoje uma “ignomínia” e uma “traição intelectual” que o processo seja julgado num tribunal penal e não no direito administrativo.
O advogado da ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues considerou hoje uma “ignomínia” e uma “traição intelectual” que o processo seja julgado num tribunal penal e não no direito administrativo.
“É uma traição intelectual e um acto criminoso”, declarou Nuno Godinho de Matos à entrada para as Varas Criminais de Lisboa, onde Maria de Lurdes Rodrigues e outros três arguidos começam hoje a ser julgados, acusados do crime de prevaricação de titular de cargo público.
O defensor de Maria de Lurdes Rodrigues considerou “revoltante” que um caso de direito administrativo seja atirado para o direito penal, observando que cabe ao Ministério Público explicar a razão de tal facto, insinuando que podem existir razões políticas.
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