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País 22 de maio de 2014

Telemóveis revelam mais pessoas na casa do Meco além das vítimas

Por: Diario Digital Castelo Branco

Os dados requeridos pela Polícia Judiciária às operadoras telefónicas revelam que, afinal, terão estado presentes mais pessoas na casa de Aiana de Cima, no Meco, além das seis vítimas mortais e do estudante sobrevivente, avança hoje o Público. Investigação insiste na tese de acidente. Os dados requeridos pela Polícia Judiciária às operadoras telefónicas revelam que, afinal, terão estado presentes mais pessoas na casa de Aiana de Cima, no Meco, além das seis vítimas mortais e do estudante sobrevivente, avança hoje o Público. Investigação insiste na tese de acidente.

Os investigadores apuraram aquela informação através da localização celular – a indicação geográfica do sinal de rede – dos telemóveis das vítimas, do sobrevivente e de amigos destes, garantiu fonte da PJ ao jornal.

Algumas testemunhas já tinham referido à imprensa terem visto nove e não apenas sete estudantes junto à casa.

Entre essas pessoas estarão alguns estudantes ligados à praxe na universidade Lusófona, mas as perícias indicam que terão estado apenas durante o dia e que abandonaram o local horas antes da altura em que as mortes ocorreram, já de madrugada.

A PJ considera, então, que esses outros jovens não terão tido qualquer envolvimento no sucedido, mas o Ministério Público (MP) de Almada poderá voltar a inquirir algumas testemunhas para as confrontar com  esses dados.

O MP ouviu por duas vezes, na semana passada, a jornalista Ana Leal da TVI, cujo depoimento foi considerado importante face a dados revelados sobre o caso em várias reportagens. Foram ainda inquiridas pelo procurador em Abril cerca de 20 das 50 pessoas indicadas pelos familiares dos vítimas, que se constituíram assistentes no processo. Estes confirmaram no essencial o que já tinham dito à PJ.

As diligências investigatórias estão praticamente terminadas e a equipa da PJ de Setúbal que investiga o caso prepara-se para elaborar o  relatório final, que será então enviado ao MP de Almada em Julho.

Segundo o Público, o relatório deverá seguir a linha de investigação de que as mortes resultaram de um acidente, não havendo provas directas de responsabilidade criminal do único sobrevivente.

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