Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O primeiro-ministro considerou hoje que o PS não pode aceitar o "apelo explícito à saída do euro" nem o caminho para "desastre nacional" que alegou estarem contidos na moção de censura do PCP ao Governo.
O primeiro-ministro considerou hoje que o PS não pode aceitar o "apelo explícito à saída do euro" nem o caminho para "desastre nacional" que alegou estarem contidos na moção de censura do PCP ao Governo.
"O que nos une na rejeição desta proposta política é incomparavelmente mais forte do que aquilo que nos separa", sustentou Pedro Passos Coelho, dirigindo-se aos socialistas, no debate parlamentar da moção de censura apresentada pelo PCP ao Governo, que o PS anunciou que votará favoravelmente.
No início da sua intervenção, o primeiro-ministro afirmou que "o Partido Comunista apresenta uma moção de censura que explicita os seus objetivos maiores: a instabilidade política, a ruína económico-financeira do país e a saída do euro", acrescentando: "Estes são objetivos que não podem, também, merecer o apoio do principal partido da oposição, sob pena de cair na mais flagrante contradição".
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