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País 27 de junho de 2014

A maioria das injúrias já não é praticada "cara a cara", mas por meios informáticos - PGR

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Procuradora-Geral da República (PGR) salientou hoje que maioria das injúrias já não é praticada pelas pessoas "cara a cara", mas através de meios informáticos, o que obriga o Ministério Público a aprofundar "formas de recolha quanto à prova digital".

A Procuradora-Geral da República (PGR) salientou hoje que maioria das injúrias já não é praticada pelas pessoas "cara a cara", mas através de meios informáticos, o que obriga o Ministério Público a aprofundar "formas de recolha quanto à prova digital".

"Atualmente há poucas injúrias praticadas cara a cara. Atualmente há muitas ofensas à integridade que são efetuadas através de meios tecnológicos", disse Joana Marques Vidal.

A PGR falava na abertura de um workshop, em Lisboa, para debater a "Prova Digital em Processo Penal", numa altura em que se discute as implicações na lei portuguesa da recente decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia, que declarou inválida a diretiva sobre "conservação de dados gerados ou tratados no contexto da oferta de serviços de comunicações eletrónicas publicamente disponíveis ou de redes públicas de comunicações"

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