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País 4 de julho de 2014

Conselho de Estado: Passos Coelho rejeita “consensos artificiais”, mas há matérias que obrigam a entendimentos

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O primeiro-ministro defendeu hoje que o país não deve procurar «consensos artificiais», mas insistiu haver matérias importantes para o país que obrigam os partidos a terem abertura para um entendimento de futuro. O primeiro-ministro defendeu hoje que o país não deve procurar «consensos artificiais», mas insistiu haver matérias importantes para o país que obrigam os partidos a terem abertura para um entendimento de futuro.

«Não devemos procurar consensos artificiais, não se pode forçar os partidos a pensar todos da mesma maneira e a defender todos as mesmas coisas. Mas há matérias que são tão importantes para o país, no seu todo, que os partidos e as forças sociais têm de manter uma grande abertura e disponibilidade para se poderem entender sobre as questões mais importantes», declarou Pedro Passos Coelho.

O primeiro-ministro, que comentava aos jornalistas, em Castelo de Paiva, o comunicado do Conselho de Estado de quinta-feira, acrescentou que as conclusões da reunião daquele órgão de Estado evidenciaram que «se trata de manter um clima de diálogo, que permita que as principais forças políticas tenham capacidade para gerar entendimentos para futuro».

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