Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, afirma que o primeiro-ministro demissionário e secretário-geral do PS, José Sócrates, não é criticável pela “lata que tem”, mas sim o povo português por “enfiar” os “barretes” dele.
O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, afirma que o primeiro-ministro demissionário e secretário-geral do PS, José Sócrates, não é criticável pela “lata que tem”, mas sim o povo português por “enfiar” os “barretes” dele.
“Eu acho que não se tem que criticar o engenheiro Sócrates de ter a lata que tem e de dizer as aldrabices que diz, eu acho que se tem que criticar é o povo português que enfia esses barretes”, disse ao comentar a sondagem da Intercampus para o Público e TVI, hoje divulgada, que indica que o PS ultrapassa o PSD nas intenções de voto, com 36,8 por cento, contra 33,9 por cento para os sociais-democratas.
Alberto João Jardim diz não “ligar meia àquilo (sondagens, debates)” porque “estas eleições (nacionais), na Madeira, são encaradas de uma forma diferente. O que precisamos saber é o que é que vai suceder no continente para, depois, nas eleições de outubro, apresentar uma proposta concreta ao povo madeirense”.
No entanto o líder do Governo Regional da Madeira sublinha que “se ele (José Sócrates) continua a Madeira está tramada”.
“Preocupa-me se depois de tudo o que o engenheiro Sócrates fez ao país e a nós (…) os portugueses ainda votam em maioria nele. Tirem-me daqui e rapidamente”, concluiu, à chegada ao aeroporto da Madeira depois de uma deslocação a Bruxelas.
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