Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Câmara de Vila de Rei aprovou por maioria as Grandes Opções do Plano (GOP) e Orçamento para 2015, uma verba de 5,4 milhões de euros, a mais baixa da última década, disse esta 2ª-feira o presidente da autarquia.
A Câmara de Vila de Rei aprovou por maioria as Grandes Opções do Plano (GOP) e Orçamento para 2015, uma verba de 5,4 milhões de euros, a mais baixa da última década, disse esta 2ª-feira o presidente da autarquia.
"Este é o orçamento mais baixo da última década, num contexto de grandes restrições orçamentais e que decorre de cortes nas transferências do governo central para as autarquias, a par de uma diminuição da capacidade de poupança e investimento dos particulares", disse Ricardo Aires.
O autarca disse que o orçamento está “focado” em áreas muito concretas de apoio à comunidade, levando a efeito "políticas de proximidade e de apoio aos mais necessitados, às famílias e às instituições sociais".
No documento, aprovado pela maioria dos votos do PSD e com a abstenção do PS, pode ler-se que a autarquia tem uma despesa corrente anual fixa na ordem dos 4 milhões de euros, com despesas permanentes e ordenados aos funcionários, prevendo o plano plurianual de investimentos uma despesa de investimento na ordem do 1,1 ME para 2015, dos quais se destacam 75% para funções económicas e 17% para funções sociais.
Dos diversos projetos, nas várias áreas, a autarquia de Vila de Rei projeta para o próximo ano a conclusão do projeto de construção e infraestruturas de um centro geriátrico no concelho, a construção de um parque urbano ambiental na Eirinha/Carrascal, a reabilitação da antiga cadeia para fins culturais, a criação de uma quinta pedagógica em São João do Peso, um parque de campismo em Fernandaires e um parque aventura em Água Formosa.
O documento prevê ainda a construção de um edifício para a instalação de um lagar e destilaria, com zona de embalamento e aquisição de respetivo equipamento, a construção de um heliporto, a requalificação do Parque de Feiras municipal, e a beneficiação do acesso ao centro geodésico de Portugal, entre outros.
"A concretização de muitas destas ações, e de outras, está dependente da operacionalidade dos diversos programas de financiamento", no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio, frisou Ricardo Aires.
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