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Região 5 de novembro de 2014

Castelo Branco: Testamento Vital, cidadão escolhe que cuidados de saúde quer ou não receber

Por: Cristina Valente

O Núcleo Diocesano Portalegre-Castelo Branco da Associação de Médicos Católicos Portugueses, realizou em Castelo Branco uma conferência sobre o tema "Testamento Vital", que juntou dezenas de profissionais de saúde. O Testamento Vital é uma nova ferramenta disponível para todos os cidadãos, mas ainda pouco conhecida e divulgada.

O Núcleo Diocesano Portalegre-Castelo Branco da Associação de Médicos Católicos Portugueses, realizou em Castelo Branco uma conferência sobre o tema "Testamento Vital", que juntou dezenas de profissionais de saúde.

O Testamento Vital é uma nova ferramenta disponível para todos os cidadãos, mas ainda pouco conhecida e divulgada.

Laureano dos Santos, médico e um dos convidados da conferência, explica que a tecnologia bio médica criou uma "multidão" de instrumentos que permite manter as funções que permitem a vida, mesmo quando a esperança de vida é muito precária, podendo haver a tentação de utilizar a técnica para manter a vida "porque existe no nosso inconsciente coletivo quase a ideia de imortalidade".

Laureano dos Santos, assegura que os médicos têm muito cuidado para não fazer isso, e "quando a esperança de vida é muito pequena, e quando conhecemos muito bem a história natural das doenças, tentamos que as pessoas tenham o mínimo sofrimento no último período da vida".

Laureano dos Santos defende que "todas as pessoas" devem ter consciência que existem hoje instrumentos que permitem "manter quase indefinidamente a vida" é portanto útil que os Portugueses tenham consciência desta realidade e que, "percebam que quando estão conscientes são elas os titulares da sua própria vida e devem dar o seu consentimento informado para praticar ou não praticar os atos médicos. Quando estão inconscientes devem ter um instrumento que manifeste a sua vontade, esse instrumento é o testamento vital" explica Laureano dos Santos.

Isabel Jorge, da Associação de Médicos Católicos Portugueses, diz que ainda há muitas dúvidas em relação a esta ferramenta, e daí a importância de espaços para refletir.

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