Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
País 29 de maio de 2011

Eleições: Cavaco reafirma "rigorosa imparcialidade" relativamente à campanha e desmente tomada de posição sobre a dimensão do futuro Governo

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Presidente da República reafirmou a sua “rigorosa imparcialidade” em relação à campanha eleitoral, desmentindo qualquer tomada de posição que lhe seja atribuída relativamente à dimensão ou estrutura de um futuro Governo.

O Presidente da República reafirmou a sua “rigorosa imparcialidade” em relação à campanha eleitoral, desmentindo qualquer tomada de posição que lhe seja atribuída relativamente à dimensão ou estrutura de um futuro Governo.

“O Presidente da República desmente categoricamente qualquer tomada de posição, que lhe seja atribuída, relativamente à dimensão ou estrutura de um futuro Governo e reafirma a sua rigorosa imparcialidade no que respeita à campanha eleitoral em curso”, lê-se num comunicado divulgado no ‘site’ da Presidência da República.

A dimensão do futuro Governo tem sido um dos temas do dia na campanha eleitoral, depois de o semanário Expresso ter feito manchete com o título “Cavaco contra Governo reduzido a dez ministros”.

A ideia de ter um Governo apenas com dez ministros tem sido defendida pelo líder do PSD, Pedro Passos Coelho, ao longo da campanha eleitoral.

Passos Coelho já se referiu a este assunto, admitindo a constituição de um executivo com mais de 10 ministros, caso o seu partido não obtenha maioria absoluta e seja necessário "negociar um Governo que pode ter outras exigências”.

“Quando digo que estou preparado para construir um Governo com não mais do que 10 ministros, falo evidentemente da possibilidade de o PSD ter uma maioria absoluta e poder responder por esse resultado”, afirmou o líder social-democrata, em declarações aos jornalistas antes de um almoço em Rendufe, no distrito de Braga.

Se essas “condições não existirem”, continuou Pedro Passos Coelho, o PSD terá de “negociar um Governo que pode ter outras exigências”.

“Mas eu espero que não seja necessário”, acrescentou, insistindo que “dez ministros podem dar boa conta do recado sem perderem tempo com leis orgânicas e a fazer fusões de ministérios”.

Posteriormente, num comício em Braga ao final da tarde, o secretário-geral socialista, José Sócrates, recuperou o tema, considerando que a proposta de Passos Coelho “não resistiu à primeira crítica ou observação”.

“O líder do PSD parece que se lembrou de apresentar uma proposta que parecia moderna e parecia ser para levar a sério, que era de fazer um Governo apenas com dez ministros. Mas essa proposta não resistiu à primeira crítica ou observação”, disse.

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!