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País 30 de maio de 2011

Eleições: A seis dias das legislativas, Passos pede aos portugueses para olharem para a Grécia

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A seis dias das legislativas de 5 de junho, o presidente do PSD intensifica o apelo ao voto útil contra o PS e dramatiza a escolha dos portugueses, pedindo-lhes que olhem para o caso da Grécia.

A seis dias das legislativas de 5 de junho, o presidente do PSD intensifica o apelo ao voto útil contra o PS e dramatiza a escolha dos portugueses, pedindo-lhes que olhem para o caso da Grécia.

" É muito sério o que quero dizer. Olhem o que se passou na Grécia. A Grécia, há um ano, teve de pedir ajuda como nós fizemos agora. Os gregos sofreram ao longo deste ano, pagando mais impostos, trabalhando mais, tendo menos benefícios do Estado para poderem cumprir. E a Grécia falhou", declarou Passos Coelho, no domingo, num comício em Gaia.

Hoje, Passos Coelho passa o dia no distrito de Viana do Castelo, onde há dois anos o PSD elegeu dois dos seis deputados e agora tem um estreante como cabeça de lista, o jurista e comentador televisivo Carlos Abreu Amorim.

O dia de campanha do PSD começa com uma ação de rua em Valença e termina com um arraial minhoto na Quinta do Santoinho, perto de Viana do Castelo.

Na Quinta do Santoinho, além de Passos Coelho, discursa também a bastonária da Ordem dos Advogados, Maria de Jesus Serra Lopes, que foi mandatária nacional de Jorge Sampaio na sua primeira candidatura à Presidência da República.

Antes, a caravana social-democrata passa por Ponte de Lima, para onde está marcado um almoço dedicado ao tema agricultura, por Arcos de Valdevez, para uma visita à Santa Casa da Misericórdia, e por Viana do Castelo, para mais uma arruada.

Apontando o exemplo da Grécia, no domingo, Passos Coelho perguntou o que "o que aconteceria em Portugal se o próximo Governo falhasse", e deu a resposta: "Não demoraria meio ano e nós estaríamos a pedir ajuda outra vez, e talvez dessa vez não houvesse a ajuda de que nós precisaríamos".

"Nós não podemos falhar agora", acrescentou o líder do PSD, defendendo que o PS representa um risco e merece um "cartão vermelho" pela sua governação.

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