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País 1 de junho de 2011

Eleições: Balsemão afirma que Sócrates já está “queimado”

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O fundador do PSD Pinto Balsemão compara o “velho ilusionista” José Sócrates, que já está “queimado”, com a “autoridade tranquila” do líder social-democrata, que não precisa de se pôr em “bicos dos pés” para se impor.

O fundador do PSD Pinto Balsemão compara o “velho ilusionista” José Sócrates, que já está “queimado”, com a “autoridade tranquila” do líder social-democrata, que não precisa de se pôr em “bicos dos pés” para se impor.

“José Sócrates está queimado, os truques do velho ilusionista estão vistos e revistos, já não pegam”, afirmou Francisco Balsemão, numa intervenção num jantar-comício em Coimbra.

Numa intervenção em que começou por sublinhar a coerência do PSD, notando que “nem o esquerdismo tardio do doutor Portas nem o conservadorismo serôdio do engenheiro Sócrates” farão os sociais-democratas mudar de rumo, o empresário apontou as diferenças entre os dois principais partidos portugueses.

“Quero salientar uma: Para dirigir, orientar e inspirar a grande mudança e a enorme moralização de que Portugal urgentemente necessita é indispensável ter um líder”, declarou, já depois de deixar elogios ao programa “claro, “corajoso” e “capaz de moralizar Portugal” apresentado pelo PSD.

Questionando quem ganhou o “debate decisivo” da pré-campanha, Pinto Balsemão deixou duras críticas ao líder socialista, referindo-se a José Sócrates como um “velho ilusionista”.

Dizendo depois “não querer perder tempo” com o secretário-geral socialista, Pinto Balsemão centrou-se nas qualidades pessoais e políticas de Passos Coelho, argumentando que o líder do PSD “está preparado para governar, sabe ouvir, sabe aprender, sabe decidir e sabe guardar segredo”.

“Pedro Passos Coelho não precisa de pôr-se em bicos dos pés para se impor, a sua autoridade tranquila contrasta suficientemente, contrasta totalmente, com os truques que já não pegam do grande mas velho e usado ilusionista e que também contrastam com a dificuldade de olhar olhos nos olhos do líder do CDS”, salientou.

Já no final do discurso, o fundador do PSD dirigiu-se aos abstencionistas, considerando que não votar no domingo “é ceder”, e aos indecisos, notando que “reforçar a maioria do PSD” é contribuir para que o partido tenha uma maior capacidade para resolver os problemas.

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