Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O presidente do PSD, que na terça-feira pediu aos portugueses para aproveitarem esta "grande oportunidade" para mudar e fazer reformas, vai contar hoje com o apoio de Marcelo Rebelo de Sousa, num comício em Aveiro.
O presidente do PSD, que na terça-feira pediu aos portugueses para aproveitarem esta "grande oportunidade" para mudar e fazer reformas, vai contar hoje com o apoio de Marcelo Rebelo de Sousa, num comício em Aveiro.
No seu comentário televisivo de domingo, Marcelo Rebelo de Sousa admitiu que para muitas pessoas as eleições do dia 5 vão ser a escolha do "mal menor", ideia que Pedro Passos Coelho se escusou a comentar.
Em declarações aos jornalistas, na segunda-feira, Passos Coelho sugeriu-lhes que hoje, em Aveiro, perguntassem diretamente ao comentador político e antigo presidente do PSD"o que é que ele tem a dizer sobre isso".
Hoje, a comitiva social-democrata vai passar o dia no distrito de Aveiro, onde nas legislativas de há dois anos elegeu 6 deputados em 16, tendo como cabeça de lista o antigo ministro da Educação Couto dos Santos, que volta a ser o número um da lista do PSD neste círculo.
O presidente do PSD tem uma agenda preenchida, com sete iniciativas, começando com uma ação de rua em Espinho e terminando com um comício ao ar livre em Aveiro, depois de passar por Ovar, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis e Vagos.
Na terça-feira, Passos Coelho esteve no distrito de Coimbra e, à noite, num jantar-comício, reiterou que vai cumprir as medidas incluídas no programa de ajuda externa a Portugal.
O presidente do PSD acrescentou que quer ir mais "além, não é em sacrifícios, é em mudar mesmo a sociedade portuguesa", reformando setores como a saúde, a educação e a justiça com os respetivos profissionais.
"Na verdade, as reformas importantes que precisamos de fazer só as faremos se quisermos. Ninguém nos obriga a fazer essas reformas", disse.
"Temos de ser nós a fazer essas transformações. Se não acreditarmos nelas, se os portugueses não confiarem nos seus líderes, se não confiarem no Governo e se o Governo não confiar nos portugueses, estas reformas terão o mesmo destino de todas as outras de que há vinte anos se fala: ficarão no papel. E os portugueses não aproveitarão a grande oportunidade que é podermos fazer de Portugal um país mais justo, mais moderno, mais desenvolvido e mais próspero", acrescentou.
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