Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O líder do PSD garante não querer ser primeiro-ministro para mandar no país, dar empregos ao partido ou proteger os mais ricos, prometendo libertar o Estado do Governo e tornar possível “jogar limpo” em Portugal.
O líder do PSD garante não querer ser primeiro-ministro para mandar no país, dar empregos ao partido ou proteger os mais ricos, prometendo libertar o Estado do Governo e tornar possível “jogar limpo” em Portugal.
“Eu não quero ser primeiro-ministro para mandar em Portugal, eu não quero ser primeiro-ministro para dar empregos ao PSD, eu não quero ser primeiro-ministro para proteger aqueles que são mais ricos em Portugal e os que vivem das rendas do Estado”, disse Passos Coelho.
Sublinhando estar a responder ao desafio deixado pouco antes por Marcelo Rebelo de Sousa, que falou imediatamente antes de si no comício em Aveiro, apontando sete pontos em que espera que o líder do PSD “faça a diferença”, Passos Coelho disse estar também a dirigir-se aos “desencantados”, àqueles que estão a pensar se vale a pena ir votar no domingo e a todos os que “ainda não decidiram como fazer”.
A todos, o líder social-democrata assegurou que não quer chefiar o executivo “para tomar conta do Estado e para tomar conta da sociedade”.
Pelo contrário, continuou, a sua intenção é ser “primeiro-ministro para libertar a sociedade do Estado, para libertar o Estado dos Governos e dos poderes partidários”.
“Eu quero ser primeiro-ministro para aqueles que mais sofrem em Portugal, mas que mais lutam e que jogam limpo tenham a certeza de que em Portugal vai ser possível jogar limpo, vai ser possível premiar o mérito, vai ser possível governar para todos os portugueses”, sublinhou.
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