Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O coordenador do BE, Francisco Louçã, volta a pedir “um novo 25 de Abril” nas legislativas de domingo, enumerando cinco razões para votar Bloco e carregando nas críticas a Sócrates, que não “merece” o voto dos portugueses.
O coordenador do BE, Francisco Louçã, volta a pedir “um novo 25 de Abril” nas legislativas de domingo, enumerando cinco razões para votar Bloco e carregando nas críticas a Sócrates, que não “merece” o voto dos portugueses.
Casa cheia em Santa Maria da Feira, no cine-teatro António Lamoso – “o maior do distrito de Aveiro” – para o comício da noite do Bloco de Esquerda, onde o líder do partido afirmou que ainda “há dois milhões de portuguesas e portugueses que não decidiram em que vão votar” e que “três portugueses em cada quatro não votaram em José Sócrates” nas últimas legislativas.
Pedindo um “reforço da esquerda de combate”, Louçã enumerou cinco razões para votar no Bloco no próximo dia 5 de junho.
“A primeira razão é para votar mesmo, estar lá, dizer, ir à luta, marcar, escolher. Quero que levem este recado a todos os vossos amigos porque vai fazer a diferença o último dia da nossa campanha eleitoral”, declarou.
Segundo o bloquista, “a segunda razão é que o PS não merece o voto das gentes de esquerda” e “não se pode votar em quem não respeita os eleitores”.
“Quem tem um segredo sobre a vida de Portugal dos próximos anos não merece o voto do trabalhador”, defendeu, em referência à questão do aumento de impostos decorrente da diminuição da TSU.
A terceira razão é que o partido não se verga “à ideia de que a economia tem que empobrecer” e defende “uma economia decente, responsável e soluções competentes onde é necessário que haja respostas”.
“A quarta razão é que nós não aceitamos o mal menor. O mal menor já morreu. Neste momento só nos propõem o mal maior”, disse.
A razão da responsabilidade foi a última apontada por Louçã para a cruz no Bloco, dirigindo-se, em particular, aos socialistas desiludidos.
“Será que algum socialista me sabe responder porque razão é que José Sócrates se agarra a um juro maior do que o da Grécia, que a Grécia não pode pagar? Que favor, que ideia da economia é que ele tem?”, questionou.
A meta do segundo deputado eleito pelo distrito de Aveiro foi definida no comício, onde o dirigente nacional Luís Fazenda afirmou que se chegou “ao grau zero de utilidade do PS”, já que este não serve nem para Governo nem para oposição.
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