Por: Diario Digital Castelo Branco
A estratégia de risco mínimo não escondeu a ansiedade com que ambas as equipas abordaram este domingo o jogo e o respeito mútuo que imperou. Só aos 59 minutos essas “nuances” foram desfeitas quando Marocas, letal, concluiu junto à pequena área a melhor jogada do ataque local, marcando o único golo do jogo, anuncia hoje o jornal Record.
A estratégia de risco mínimo não escondeu a ansiedade com que ambas as equipas abordaram este domingo o jogo e o respeito mútuo que imperou. Só aos 59 minutos essas “nuances” foram desfeitas quando Marocas, letal, concluiu junto à pequena área a melhor jogada do ataque local, marcando o único golo do jogo, anuncia hoje o jornal Record.
Com sistemas táticos parecidos – 4x3x3 – prevaleceu a competitividade e escassearam as oportunidades. As forças como que se anularam, o que não quer dizer que não tenham surgido lances com relativo perigo e até alguma polémica em ambas as áreas. Logo aos 3 minutos, os locais reclamaram penálti de Pengfei sobre Marocas, mas Luís Catita – numa decisão discutível – entendeu que o infrator foi o avançado albicastrense.
Depois, nos instantes finais da primeira parte, Leão correspondeu com uma grande defesa a um remate de Telmo e o lateral Hugo Simões negou o golo a Alisson.
Houve mais espaço para se jogar durante a segunda parte. Com João Rui e Dani Matos a assumir as rédeas, a formação de Castelo Branco surgiu mais afoita e chegou ao golo. Um lance que mexeu com o calculismo reinante até então na partida. Jorge Simão lançou então Hemiliano e Laurindo, e quase conseguia o empate. Isto enquanto os albicastrenses acabaram com três centrais a defender o triunfo.
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