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País 14 de junho de 2011

Eleições: PS avalia se impugna votos do Brasil na quarta-feira

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O PS está a avaliar se pede a impugnação da contagem de votos do Brasil depois de o Tribunal Constitucional se ter considerado incompetente na questão e da Comissão de Eleições ter dado razão à queixa socialista.

O PS está a avaliar se pede a impugnação da contagem de votos do Brasil depois de o Tribunal Constitucional se ter considerado incompetente na questão e da Comissão de Eleições ter dado razão à queixa socialista.

"Ainda estamos a decidir se na contagem dos votos apresentamos a impugnação" do círculo eleitoral do Brasil, avançou à Lusa o secretário nacional para as Relações Internacionais do PS, José Lello.

Segundo este dirigente do PS, a ideia é garantir "o rigor da contagem" dos votos.

No entanto, este pedido pode ter outras consequências. O Presidente da República disse na sexta-feira que só dará posse ao novo Governo antes do dia 23 caso não surja algo de “confuso” ou “difícil” na contagem dos votos da emigração.

"A impugnação só pode ser apresentada depois de feita a contagem dos votos", referiu José Lello, adiantando que o PS já apresentou "uma providência cautelar ao Tribunal Constitucional, que se considerou incompetente para dirimir a questão".

No entanto, acrescentou, os socialistas apresentaram também uma queixa prévia à contagem de votos na Comissão Nacional de Eleições, que "deu razão" ao PS.

"Agora o que está em causa é um pedido de impugnação no próprio ato de contagem de votos" mas "ainda estamos a decidir se a apresentamos", concluiu.

A CNE deu razão, no dia 3 deste mês, ao Partido Socialista, numa queixa apresentada contra um jornal no Rio de Janeiro que se ofereceu para recolher e enviar os votos dos emigrantes para Portugal.

O jornal do Rio de Janeiro "Portugal em Foco" publicou na sua edição de 26 de maio um texto em que se propunha ir a casa dos eleitores portugueses recolher o voto e enviá-lo para Portugal, fornecendo vários contactos telefónicos através dos quais os eleitores poderiam fazer o pedido de recolha do voto.

O PS queixou-se da iniciativa do jornal, adiantando que o diretor e a diretora do departamento comercial são coordenadores da secção do PSD no Rio de Janeiro.

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