Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Desidratações, queimaduras solares e agravamento de doenças crónicas são os principais riscos de picos de calor, disse hoje à Lusa uma fonte da Direcção Geral da Saúde, lembrando que as consequências afetam mais os idosos e os jovens.
Desidratações, queimaduras solares e agravamento de doenças crónicas são os principais riscos de picos de calor, disse hoje à Lusa uma fonte da Direcção Geral da Saúde, lembrando que as consequências afetam mais os idosos e os jovens.
“O problema do calor é, essencialmente, o agravamento de patologias já existentes ou situações de desidratação ou queimaduras solares”, referiu, adiantando: “este ano temos tido a noção que as queimaduras solares têm sido algo que se tem evidenciado”.
Segundo Leonor Batalha, “nos jovens, as ocorrências relacionadas com o calor, sendo em número muito inferior ao dos idosos, fazem-se sentir ao nível da desidratação e principalmente de queimaduras solares, pelo facto de não tomarem as medidas de proteção apropriadas”.
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