Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O secretário-geral do PCP defende que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, “deveria era ter colocado a questão da renegociação da dívida externa” aos líderes europeus, na sua primeira participação em cimeiras europeias.
O secretário-geral do PCP defende que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, “deveria era ter colocado a questão da renegociação da dívida externa” aos líderes europeus, na sua primeira participação em cimeiras europeias.
Em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao quartel dos bombeiros voluntários de Mação, Jerónimo de Sousa disse que a participação de Passos Coelho na cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) teve “muita conversa e pouco de palpável”.
Segundo o dirigente comunista, “de concreto, o que tivemos foi apenas uma declaração de que vai cumprir o pacto da 'troika' e a 'troika' a dizer que ficou satisfeita por Passos Coelho dizer que vai cumprir o memorando”, observou.
“Foi apenas uma visita de cortesia, de efeitos práticos praticamente nulos”, vincou, tendo defendido que “o que o PCP gostaria era que o primeiro-ministro fosse colocar à União Europeia a necessidade que o país vai ter, mais tarde ou mais cedo, da renegociação da dívida externa”.
Segundo Jerónimo de Sousa, sem essa renegociação, a dívida externa portuguesa e o acordo feito com a "troika", terá o efeito de “um garrote no futuro próximo das nossas vidas coletivas”.
O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, afirmou na sexta-feira no final da sua primeira cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, em Bruxelas, que a reunião não podia ter corrido melhor a Portugal.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet