Por: José Manuel R. Alves
Jogo bem disputado este domingo entre duas equipas que ainda têm uma palavra a dizer naquilo a que se refere ao segundo lugar da classificação.
Entrando melhor no jogo, os ribatejanos foram mais acutilantes, embora contassem com a boa resposta por parte dos encarnados.
Jogo bem disputado este domingo entre duas equipas que ainda têm uma palavra a dizer naquilo a que se refere ao segundo lugar da classificação.
Entrando melhor no jogo, os ribatejanos foram mais acutilantes, embora contassem com a boa resposta por parte dos encarnados.
Dani Matos aos 34 minutos, teve o ensejo de inaugurar o marcador, mas uma falta de Ragner, susteve esse objetivo. Continuando ao ataque, os visitantes, não conseguiram chegar junto da baliza contrária.
Caminhava-se para o final da primeira parte, o jogo endurecia, mas o resultado manteve-se, embora ficassem por marcar duas alegadas grandes penalidades contra o Alcanenense.
Na etapa complementar, o Benfica e Castelo Branco, entrou com menos um elemento por expulsão de Ricardo Rocha ao intervalo, pormenor que suscitou indignação por parte dos encarnados, prejudicados por uma arbitragem de Leiria que deixou muito a desejar.
Mesmo sem este jogador preponderante na máquina da equipa, os albicastrenses, souberam gerir a situação, sempre com concentração, e na firme disposição de alcançarem um resultado positivo.
Na reta final do encontro, pressão dos encarnados, com os locais a darem a pálida ideia de que o empate seria o seu objetivo, pois tudo fizeram para suster o ímpeto do adversário.
Ao minuto 85, Carlos, viu o segundo cartão amarelo, deixando os locais reduzidos a menos um jogador.
No tempo de descontos, o Benfica e Castelo Branco, viria a sofrer o golo injustificado.
Resultado final não espelha aquilo que foi o domínio dos encarnados.
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