Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Sete meses depois de uma das maiores manifestações realizadas nas últimas décadas em Portugal, a contestação à situação económica do país levou à convocação para hoje, pelos movimentos sociais, de outro protesto de rua “apartidário” em Lisboa.
Sete meses depois de uma das maiores manifestações realizadas nas últimas décadas em Portugal, a contestação à situação económica do país levou à convocação para hoje, pelos movimentos sociais, de outro protesto de rua “apartidário” em Lisboa.
A organização, que envolve três dezenas de movimentos e organizações sociais e não integra partidos nem sindicatos, escusa avançar estimativas da adesão ao desfile que ligará o Marquês de Pombal e o Parlamento nem aceita comparações com a marcha em que desceram a Avenida da Liberdade, a 12 de março passado, mais de 200 mil pessoas.
Democracia participativa, iniciativa legislativa do cidadão e transparência são os três vetores principais em que apostam os organizadores, que vão promover uma assembleia popular junto ao Parlamento, a partir das 19:00, onde entre outros assuntos, vão discutir uma proposta de “auditoria cidadã” à dívida pública.
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