Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) manifestou ontem a sua preocupação pela não renovação do contrato de 15 profissionais no Hospital Amato Lusitano, da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) manifestou ontem a sua preocupação pela não renovação do contrato de 15 profissionais no Hospital Amato Lusitano, da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco.
Em comunicado, o SEP explica que estes enfermeiros "exercem funções através de empresa, alguns dos quais desde 2008, da qual já começaram a receber carta de não renovação de contrato".
O sindicato lembra que um despacho conjunto das Finanças e da Saúde determina que "as novas contratações e/ou a renovação das existentes terá de ser fundamentada e submetida a autorização. Contudo, a fundamentação exaustiva e o percurso até ao Ministério da Saúde, passando obrigatoriamente pela Administração Regional do Centro, não se coadunam com os termos dos contratos, a 31 de dezembro".
O sindicato afirma que, ao contrário do que foi anunciado, a passagem dos hospitais a entidades públicas empresariais (EPE) "não permitiu uma melhor gestão e aproveitamento dos recursos", sendo que "a maior parte deles está em falência técnica".
A não renovação do contrato destes 15 enfermeiros "significa que a instituição fica com menos 4.200 horas em cuidados de enfermagem", o que leva o SEP a desafiar o ministro da Saúde a "assumir publicamente que serviços pretende manter” na Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, que é uma EPE.
O presidente do conselho de administração da Unidade Local, Luís Correia, assegura que a instituição está atenta a esta situação e está empenhada em encontrar uma solução para a mesma.
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