Por: Diário Digital Castelo Branco
Na sequência do rasto de destruição deixado pela passagem do “Ciclone Idai”, em Moçambique, a VALNOR, empresa responsável pela recolha, triagem, valorização e tratamento de resíduos urbanos, encontra-se a promover a recolha de alimentos não perecíveis e bens essenciais para crianças e bebés.
Na sequência do rasto de destruição deixado pela passagem do “Ciclone Idai”, em Moçambique, a VALNOR, empresa responsável pela recolha, triagem, valorização e tratamento de resíduos urbanos, encontra-se a promover a recolha de alimentos não perecíveis e bens essenciais para crianças e bebés.
Fazer chegar os donativos a Moçambique não é uma tarefa fácil, pelo que, a empresa de gestão de resíduos urbanos dos municípios da Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Rodão, Oleiros, Proença-a-Nova , Sertã e Vila de Rei, conta com o apoio da “ONG HELPO” para encaminhar os donativos para Moçambique, pois já está no terreno com toda a logística montada.
O’ timing’ para que a ajuda chegue em tempo útil a Moçambique é curto, pelo que se devem entregar os bens materiais nas instalações da VALNOR, até dia 11 de Abril. Roupa para criança e bebé, fraldas de pano, mantas polares, farinhas, sabão, bem como enlatados e alimentos não perecíveis, são alguns dos bens que podem ser entregues nos pontos de recolha da VALNOR, nomeadamente nos ecocentros dos municípios e na sede da VALNOR, sita no Monte de São Martinho, EN 18-8, Km 5, Castelo Branco.
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