Câmara de Castelo Branco admite tomar posse do Colégio de S. Fiel

 A Câmara de Castelo Branco admite tomar posse do Colégio de S. Fiel, através da lei da descentralização, depois de ter ficado sem propostas o concurso público no âmbito do programa Revive para ali instalar uma unidade hoteleira.

  • Economia
  • Publicado: 2019-04-08
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco/Lusa

 A Câmara de Castelo Branco admite tomar posse do Colégio de S. Fiel, através da lei da descentralização, depois de ter ficado sem propostas o concurso público no âmbito do programa Revive para ali instalar uma unidade hoteleira.

"Não apareceu até hoje nenhum interessado [no Colégio de S. Fiel]. Sabemos das dificuldades do processo, por o projeto necessitar de um investimento considerável. Estamos atentos a qualquer parceria", afirmou o presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia.

O autarca, que falava à margem de uma conferência de imprensa realizada em Louriçal do Campo para a apresentação da Rota da Gardunha", explicou que as iniciativas e atividades que estão a ser desenvolvidas naquela freguesia servem para dar "garantias" aos potenciais investidores e para mostrar que estas "podem valorizar o turismo".

"Estamos a dar sinais aos investidores. A Câmara não afasta de todo qualquer ideia. Temos é que ver e avaliar as opções. A Câmara pode tomar posse do Colégio de S. Fiel através das leis da descentralização", sustentou.

O concurso público no âmbito do programa Revive para a instalação de uma unidade hoteleira no Colégio de São Fiel, em Castelo Branco, ficou sem propostas até ao final do prazo, que terminou no dia 01 de agosto de 2018.

O Governo lançou o concurso público para a instalação de uma unidade hoteleira no Colégio de São Fiel, um dos 33 imóveis inscritos no programa Revive e que ardeu nos incêndios de agosto de 2017, a 28 de março de 2018, sendo que os investidores interessados tinham 60 dias para se candidatar.

Contudo, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, decidiu prorrogar o prazo do concurso até ao dia 01 de agosto de 2018, alegando que o prazo inicial tinha sido curto e que havia a necessidade de o prolongar.

O lançamento do concurso público para a recuperação deste imóvel tinha como objetivo impulsionar a recuperação económica desta zona afetada pelos incêndios de 2017, bem como dinamizar a atividade turística na região Centro, mas não surgiu qualquer investidor interessado.

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