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Economia 27 de abril de 2020

Covid-19: Juventude Popular de Castelo Branco defende plano Municipal para impacto negativo na economia e emprego local

Por: Diário Digital Castelo Branco

O Presidente da Juventude Popular (JP) de Castelo Branco, Rui Mateus, defende que é crucial que o executivo de Castelo Branco comece a trabalhar de imediato num plano conjunto com todas as forças vivas do município e com interesse na matéria, para que o impacto negativo na economia e emprego local seja o menor possível e que não acarrete vastos danos quer às empresas criadoras de emprego, quer aos trabalhadores, quer às famílias como consumidoras. 

Em comunicado enviado ao Diário Digital, a JP de Castelo Branco defende que  é necessário rapidamente construir-se um exaustivo levantamento nas questões relativas à economia, falar com as empresas e verificar o estado em que as mesmas se encontram, ver as que estão a entrar em falência e não têm capacidade para laborar mais, e o nível do desemprego no concelho pós quarentena. Estes passos devem ter como objectivo encontrar soluções de revitalização do tecido empresarial no concelho em conjunto com todos os parceiros e demais interessados de forma a que a economia possa ter um considerável incremento num curto espaço de tempo. 

No entendimento da Juventude Popular, o concelho de Castelo Branco pode- fazer-se valer de bons recursos quer naturais quer humanos e do eixo em que o concelho se encontra, Lisboa-Madrid, o que facilita a mobilidade quer de pessoas quer de escoamento de produtos, tendo ainda bons recursos humanos com uma população com um bom nível de instrução, boas escolas técnicas, Politécnico de renome e gente trabalhadora. 

Para Castelo Branco é preciso com urgência um plano estratégico multidisciplinar que possa abarcar os recursos e todas as áreas possíveis de investimento, para que em conjunto e de forma coordenada o Município seja capaz de dar respostas às dificuldades que sairão da crise de saúde pública que fez parar repentinamente a economia e o dia-a-dia dos Albicastrenses. Só desta forma, antecipando já vários cenários e preparando na prática um plano adequado de reconversão da economia e do emprego, se pode mitigar os inevitáveis danos decorrentes do estado de emergência decretado em Março. 

Depois da tempestade pode vir a bonança. Mas é preciso trabalhar para isso, através de um conjunto de oportunidades para refazer e para dar novos caminhos ao desenvolvimento de Castelo Branco. Temos de ter uma política de desenvolvimento solida e temos, TODOS, de estar em sintonia e “no mesmo barco”.

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