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Economia 9 de junho de 2020

Novo Ministro das Finanças - Quem é João Leão?

Por: Diário Digital Castelo Branco

A escolha de António Costa recaiu sobre um elemento da equipa de Mário Centeno. A João Leão tem cabido até então a gestão do Orçamento, sendo responsável nomeadamente pelas famosas ‘cativações’.

O rumor de que o até então Secretário de Estado do Orçamento, João Leão, poderia suceder a Mário Centeno na liderança das Finanças corria há algum tempo e esta terça-feira confirmou-se. A escolha de António Costa para novo ministro das Finanças recaiu sobre um elemento da mesma equipa do ministro que levou o país a ter o primeiro excedente orçamental em democracia e que lhe valeu o título de ‘Ronaldo’ das Finanças, refere o Jornal Económico. 

 Diretor do Gabinete de Estudos do Ministério da Economia entre 2010 e 2014 e assessor do Secretário de Estado Adjunto da Indústria e do Desenvolvimento entre 2009 e 2010.

Desempenhou ainda as funções de presidente da Comissão Científica do Departamento de Economia do ISCTE entre 2009 e 2010 e de diretor do Doutoramento em Economia (2011-2012) e é investigador da Business Research Unit do mesmo instituto.

Segundo a nota no site do Governo, foi membro do Conselho Económico e Social entre 2010 e 2014 e do Conselho Superior de Estatística entre 2010 e 2014. Integrou a delegação portuguesa no Comité de Política Económica da OCDE em 2010 e 2012 e integrou grupos de trabalho no âmbito da OCDE.

Em 2016, deu uma entrevista ao Jornal Económico, na qual frisava que “sendo um governo com apoio parlamentar de diferentes partidos, as opções do Governo devem refletir as preocupações desses partidos. Nesse sentido, é natural que haja um diálogo constante para chegar a entendimentos e consensos. Muitas vezes não são consensos, mas compromissos possíveis sobre as opções a tomar”.

“É  um nome credível, de continuidade, pelo menos aparentemente. Mas é também alguém mais próximo politicamente de António Costa e do PS, menos independente do que Centeno. Não é uma surpresa esta saída, já se supunha desde o início desta legislatura”, analisou Filipe Garcia, economista e presidente da IMF-Informação de Mercados Financeiros.

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