Por: Diário Digital Castelo Branco
A sessão ordinária da Assembleia Municipal de Castelo Branco desta 3ª-feira, dia 1 de Setembro, ficou marcada pela atitude do Presidente da Mesa, que impediu membros da assembleia municipal de se inscreverem no período antes da ordem do dia.
Segundo informação a que o Diário Digital Castelo Branco (DDCB) teve acesso, Maria do Carmo Nunes eleita como membro da assembleia pelo partido socialista, Luís Andrade, presidente da Junta de Freguesia de Santo André das Tojeiras, Mário Rosa, presidente da Junta de Freguesia de Alcains, Pedro João, presidente da Junta de Freguesia do Louriçal do Campo, foram impedidos de usarem da palavra pelo grupo parlamentar do Partido Socialista (PS), “com o argumento de que os mesmos se tinham desvinculado do PS e como tal não podiam usar da palavra pelo grupo Parlamentar do PS, pelo que apenas teriam a palavra pelo tempo de 2 minutos, tempo supostamente atribuído pelo regulamento aos independentes”, lê-se no documento enviado ao DDCB.
Maria do Carmo Nunes – membro da assembleia municipal e os presidentes de junta: Luís Andrade – Santo André das Tojeiras Mário Rosa – Alcains Pedro João Serra – Louriçal do Campo Miguel Vaz – União de Freguesias Cebolais e Retaxo António Sanches – Lardosa Carlos Barreto – Benquerenças João Paulo Martinho - União de Freguesias Póvoa de Rio de Moinhos e Cafede Hugo Dias – Salgueiro do Campo António Marcelino - União de Freguesias Ninho do Açor e Sobral do Campo José Carlos Dé – Tinalhas assinam o comunicado, e manifestam o seu total repúdio e indignação pelo ato que consideram limitador da democracia, pelo facto de ficarem impedidos de representarem as suas freguesias, até porque alguns deles sempre foram independentes.
No mínimo tinha que ter sido feita uma reunião anterior de preparação para reformular os tempos de intervenção. Consideram, ainda, que não devia ter sido o presidente da Assembleia Municipal o qual deve adotar uma postura de imparcialidade perante quem o elegeu, a limitar a Democracia.
O Presidente da Assembleia Municipal, Arnaldo Braz, confundiu os papéis de presidente da Concelhia do PS e de líder de grupo Parlamentar do PS.
Mais, os presidentes de junta consideram que se tratou de uma situação premeditada, uma vez que na última assembleia municipal, alguns já se tinham desvinculado do PS e tiveram direito a fazer a sua intervenção inserida no grupo parlamentar do PS.
Consideram ainda tratar-se de um ato de prepotência e desrespeito para com os eleitos em causa e para com os Albicastrenses que os elegeram.
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