Por: Diário Digital Castelo Branco
O cabeça de lista do Partido da Terra (MPT) à Câmara de Castelo Branco, Rui Amaro Alves, mostra-se convicto de que a candidatura que lidera será a “surpresa” do dia das eleições, chegando à vitória ou “muito perto”.
“A campanha arrancou e arrancou bem e temos uma grande aceitação por parte do eleitorado e esperamos ser, e temos a convicção de que vamos ser, a surpresa no dia 26 de Setembro”, afirma, em declarações à agência Lusa.
Rui Amaro Alves, que é professor do ensino superior, fundamentou a confiança que sente com a adesão que tem sentido por parte dos eleitores, que lhe têm transmitido a ideia de que “estão fartos do sistema que está implementado em Castelo Branco”.
“Estão fartos deste sistema em que existe uma coligação negativa, em que existe um conjunto de interesses, que tem vindo e vai continuar a apropriar-se daquilo que são os recursos públicos”, disse.
Explicando que as pessoas lhe têm expressado “vontade de mudança”, garantiu que é o candidato certo para protagonizar essa alteração nos órgãos autárquicos.
“Não creio que mais nenhuma força política que está neste momento a eleições possa traduzir esta mudança tão bem quanto nós. Nós não temos qualquer interesse, não temos contas para acertar com ninguém, somos independentes e é isso que nos move”, acrescentou.
Segundo explicou, o grande objetivo passa por “resgatar” Castelo Branco de uma “coligação negativa” formada entre os eleitos municipais de diferentes partidos e os “grupos que beneficiam da distribuição dos recursos”.
Afirmando que os recursos têm sido usados “para pagar promessas e compromissos assumidos fora do que é o quadro de desenvolvimento”, Rui Amaro Alves prometeu alterar essa situação e libertar esses recursos para pôr ao “serviço do investimento” e ao “serviço das populações”.
Se o prognóstico de vitória se confirmar, o candidato compromete-se a “reduzir o desperdício enorme” que diz existir atualmente neste município.
“O desperdício é enorme, nas obras, no ferro que se gasta a mais, nas estradas que se constroem, nas rotundas que se constroem a mais. É tudo um excesso”, vincou.
Segundo defendeu, essa poupança deve ser canalizada para a “captação de investimento”, que permitirá atrair empresas e empregos para Castelo Branco.
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