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Região 18 de setembro de 2021

Autárquicas/Castelo Branco: Candidato do MPT quer plano de recursos hídricos para o concelho

Por: Diário Digital Castelo Branco

O candidato do Partido da Terra (MPT) à Câmara de Castelo Branco, Rui Amaro Alves, defende a criação de um plano de recursos hídricos naquele concelho para garantir água com qualidade e quantidade, face às alterações climáticas.

Em declarações à Agência Lusa o candidato afirma que "faremos um plano de recursos hídricos para que possamos garantir água em quantidade e qualidade à população e, ao mesmo tempo, permitir criar valor através da agricultura e também o apoio à proteção civil e às florestas”.

Rui Amaro Alves explicou que a questão das alterações climáticas é uma das questões que “muito preocupa” a candidatura, até porque, “Castelo Branco está situado numa zona de transição, onde os efeitos das alterações climáticas se irão fazer sentir a muito breve trecho, o que será extremamente impactante ao nível da nossa economia, mas também ao nível da saúde das pessoas”.

Lembrando que está em causa um território extremamente envelhecido, Rui Amaro Alves frisa que o aumento da temperatura em um ou dois graus na próxima década terá “efeitos ainda mais nefastos” para os mais idosos.

Como resposta imediata, aponta estudo das bacias existentes no concelho e a posterior construção de “uma ou duas barragens”, que sirvam de complemento à Barragem de Santa Águeda, onde, diz, a qualidade da água tem vindo a diminuir “drasticamente”.

O candidato explicou ainda que este plano também serviria de retaguarda ao projeto do Regadio a Sul da Gardunha, que, segundo considera, não pode ficar dependente apenas da Barragem de Santa Águeda.

Além disso, acrescentou que este projeto permitirá criar melhores condições para a agricultura e que criará valor ao nível do turismo e atividades lúdicas.

Quanto à localização das novas barragens dependerá das conclusões do estudo e que, caso seja eleito, não irá contribuir para a eventual especulação imobiliária.

Especificou ainda que a ideia é interligar esta aposta com um projeto-piloto para que a Câmara de Castelo Branco compre terrenos a norte do concelho, implementando aí um projeto florestal que terá depois impacto na retenção dos recursos hídricos.

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