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Região 21 de setembro de 2021

Autárquicas/Castelo Branco: Candidato do CHEGA defende direitos iguais para quem trabalha

Por: Diário Digital Castelo Branco

O candidato do CHEGA à Câmara de Castelo Branco, Rui Paulo Sousa, diz que as pessoas que trabalham, que pagam impostos e que se esforçam, independentemente da sua etnia, têm os mesmos direitos que todos os outros cidadãos.

“Estamos hoje aqui no Campo da Feira de Castelo Branco por dois motivos. Um para mostrar que para nós, as pessoas que trabalham, independentemente da sua etnia, porque sabemos que nestas feiras existem uma grande percentagem de pessoas de etnia cigana, talvez até metade o sejam, mas para nós quem trabalha, quem paga impostos, quem se esforça, obviamente tem os mesmos direitos que todos os outros”, afirmou à agência Lusa Rui Paulo Sousa.

O candidato do CHEGA concentrou esta 2ªfeira, dia 20 de Setembro, a ação de campanha no Campo da Feira, onde ainda ouviu algumas palavras como fascista ou racista. 

Rui Paulo Sousa disse mesmo que “não há cidadãos de primeira ou de segunda. Há cidadãos de primeira desde que trabalhem e paguem impostos”.

“Devo dizer que grande parte desta comunidade recebeu-nos bem, sem problema nenhum, conversamos. Obviamente que estão um pouco desagradados com determinadas afirmações que são feitas, mas essas afirmações, muitas vezes, são tiradas fora do contexto para dar uma ideia de racismo, de xenofobia, de perseguição a determinadas etnias o que não é uma realidade”, frisou.

Adiantou ainda que houve alguns feirantes de etnia cigana “que concordaram que existem muitos membros da comunidade que simplesmente recebem subsídios, têm bons carros, não pagam as casas, dedicam-se muitas vezes ao tráfico de droga ou a pequenos crimes e que dão um mau nome à comunidade”.

“É que nem todos os ciganos realmente são iguais. Esse foi um dos motivos que nos trouxe aqui”, declarou.

O candidato do CHEGA falou ainda dos problemas que afetam este tipo de feiras e os feirantes que delas dependem.

“Sabemos que a pandemia afetou bastante este tipo de feiras, porque eles estiveram praticamente sem trabalhar cerca de dois anos, sem qualquer apoio do Estado neste tipo de atividades. Acho que muitas vezes, a questão relacionada com este tipo de atividades é o abandono a que são deixados”, afirmou.

Segundo Rui Paulo Sousa os feirantes tem que pagar normalmente determinadas licenças para trabalhar nestes espaços e, muitas vezes, “essas licenças são elevadas e a atuação da câmara, na maior parte das vezes, fica por aí. Não há um real acompanhamento das atividades”, vincou.

Acusou ainda o atual executivo de deixar os espaços públicos de Castelo Branco, Campo da Feira incluído, ao abandono. “Os espaços públicos estão completamente deixados ao abandono”, concluiu ao visitar o Campo da Feira acompanhado pela Agência Lusa. 

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