Por: Diário Digital Castelo Branco
Na sessão da última Assembleia Municipal da Sertã foi discutida e aprovado o primeiro orçamento e grandes opções do plano da responsabilidade do Partido Socialista (PS), pela sua natureza, o mais importante para definir as prioridades do município para o ano de 2022.
Em comunicado enviado ao Diário Digital Castelo Branco, o PSD local refere que o "tempo de esperança", slogan do PS para conseguir a confiança da população nas eleições não passou de um processo de intenções, pois não se encontra o menor sinal de visão estratégica nos documentos apresentados, nem na discussão que ocorreu, doque realmente querem para o concelho e para passar as suas propostas à prática.
Não existem um conjunto de rubricas orçamentais ou descrição de qualquer plano de ação que permita perceber qual é afinal a visão de futuro do PS.
Na mesma reunião foi aprovado a devolução de 1% dos rendimentos disponível no âmbito do IRS aos munícipes da Sertã, uma redução de 0,5% face ao atual, "contrariamente ao prometido em campanha eleitoral que seria devolução da totalidade dos 5%", afirmam os sociais-democratas.
O PSD durante os anos que esteve no executivo defendeu que assegurando as contas da autarquia consolidadas, poderia devolver gradualmente o IRS aos seus munícipes, e em 2022 já vai ser devolvido 0.5% do IRS por decisão do executivo PSD em 2020. Mas sempre com o voto contra do PS e do então vereador Carlos Miranda, defendendo sempre a devolução na integra dos 5% que o município pode dispor.
O PSD afirma que o presidente Carlos Miranda, em 2017, na qualidade de vereador, em reunião de Câmarana discussão do ponto afirmava que ”voto contra como em anos anteriores em que era deputado da assembleia municipal”, por considerar o valor da taxa de 5% “…um valor irrelevante para o município, mas importante para uma família tanto mais que iria ficar no concelho da sertã e contribuiria para dinamizar a economia local”.
No entanto a proposta do atual executivo PS, ao contrário do que defendeu exaustivamente durante a campanha eleitoral, que seria a devolução na íntegra dos 5% do IRS, apresentou e votou a favor da devolução de apenas 0,5%.
"Ou seja, vão fazer apenas o que PSD disse que seria mais responsável de fazer, devolver o IRS gradualmente à população, e a devolução na íntegra dos 5% não passou de uma promessa eleitoral para ganhar votos", conclui o comunicado social-democrata.
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