Por: Diário Digital Castelo Branco
Os candidatos do PSD às eleições legislativas de 2022, pelo círculo eleitoral do distrito de Castelo Branco, estiveram na 6ªfeira passada, dia 14 de Janeiro, em visita à Santa Casa da Misericórdia e a algumas instituições de ensino da vila que também é Cidade da Música, da Rede de Cidades Criativas da UNESCO, desde 2015.
Antes de visitarem o Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro e a Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN), que há 30 anos representa a oferta educativa de ensino superior do concelho, os candidatos à Assembleia da República visitaram a Santa Casa da Misericórdia local, onde foram recebidos pelo provedor, Joaquim Morão, constatando que a principal dificuldade sinalizada é a falta de mão-de-obra disponível de enfermeiros, mas sobretudo de auxiliares, carência que só conseguem ir suprindo através da contratação de alguns jovens adultos que estudam no concelho.
Durante a visita à ESGIN, a diretora, Sara Brito, declarou aos candidatos que os principais problemas da instituição, nomeadamente, são a abertura de concursos para a entrada de mais professores do quadro, fator importante para a certificação de vários cursos. Ainda no âmbito da ESGIN os candidatos do PSD foram recebidos pelo “Movimento pela Autonomia da ESGIN” que surgiu perante a necessidade de defender a sua manutenção e autonomia. Como é do conhecimento público, o Movimento apresentou na Assembleia da República uma petição com mais de cinco mil assinatura e, a par desta iniciativa, o PSD também apresentou um projeto de resolução para a defesa da Escola que foi aprovado com os votos a favor de todos os Grupos Parlamentares à exceção do Grupo Parlamentar do PS que votou contra.
Depois do mais recente despacho do Ministro da Ciência e Ensino Superior que contraria o primeiro pressuposto de retirada da autonomia desta escola superior, Cláudia André, atual deputada do PSD e cabeça de lista, que tem trabalhado em conjunto com o Movimento de Autonomia da ESGIN, afirma, ao Diário Digital Castelo Branco, ter um sentimento de dever cumprido nesta causa que teve como princípio a defesa do interesse de todo o interior em especial do distrito de Castelo Branco e do concelho de Idanha-a-Nova.
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