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Região 23 de maio de 2022

Anti-Facista fundanense homenageado em Janeiro de Cima e no Fundão

Por: Diário Digital Castelo Branco

Uma homenagem a Manuel Guilherme de Almeida, alfaiate e fundador do Partido Comunista Português (PCP), vai realizar-se no próximo sábado, dia 29 de Maio. 

Manuel Guilherme de Almeida nasceu a 10 de setembro de 1898 em Janeiro de Cima, no concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco, tendo ido para Lisboa em 1908. Com apenas 15 anos, em 1913, iniciou-se no associativismo profissional, fazendo-se sócio da Associação Fraternal da Classe dos Operários Alfaiates de Lisboa.

Alfaiate reconhecido, republicano, militante comunista desde a juventude, é um dos fundadores do PCP. Na década de 30 do século XX, foi julgado no Tribunal Militar Especial e condenado a prisão com deportação. Entre 1931 e 1933 esteve preso e deportado em Timor e, entre 1935 e 1939, na ilha Terceira, no Arquipélago dos Açores. Depois das deportações e de nove prisões, manteve-se fiel aos seus ideais, sendo considerado um cidadão exemplar da Resistência.

A exposição A Linha e o Corte na Clandestinidade da Revolução estará patente entre os dias 29 de maio e 3 de julho de 2022, n’ A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão. Esta mostra tem curadoria de Pedro Novo, Isaura Reis e Diamantino Gonçalves, num projeto expositivo de Pedro novo arquitectos.

 

A homenagem conta com a seguinte programação:

11h00  Descerramento de placa de homenagem na Aldeia de Xisto de Janeiro de Cima;

15h00  Sessão de homenagem com intervenções de Paulo Fernandes, Presidente da Câmara Municipal do Fundão; Mário Dias, Presidente da União de Freguesias de Janeiro de Cima e Bogas de Baixo; Teresa Louro de Almeida Gonçalves, representante da família; e Domingos Abrantes, representante do PCP (n’ A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes);

15h45  Momento musical com o Coro de Câmara da Academia de Música e Dança do Fundão (n’ A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes);

16h00  Inauguração da exposição A Linha e o Corte na Clandestinidade da Revolução (n’ A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes).

 

 

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