Por: Diário Digital Castelo Branco
A Moagem será o palco onde acontecerão todos os encontros do Festival "Profound Whatever" nos próximos dias 5 e 6 de Novembro.
O colectivo de músicos Profound Whatever tem em João Clemente o ponto de partida e o elemento agregador. Foi a partir de relações musicais e pessoais que, informalmente, se foi criando aquilo a que hoje se pode denominar de um colectivo de músicos. Não houve uma intenção de criação deste colectivo, ele foi-se formando através da procura, da partilha, da curiosidade, do conhecimento, das experiências em grupo, da experimentação, do erro, da aceitação.
Foram já lançados 33 álbuns com a chancela da Profound Whatever, com um colectivo de 15 músicos que têm marcado presença regular nestes trabalhos. Não existem estilos, existe a verdade do momento, a intenção de querer fazer, de remontar às raízes e às experiêncas, a liberdade de expressão, a proposta e a materialização. No entanto, as influências são notórias no trabalho editorial, e vão desde a música clássica, rock, jazz, noise, electrónica, hip-hop, improvisação livre.
É este colectivo que agora se apresenta pela primeira vez no formato de festival, pretendendo assim materializar muitos dos momentos de criação que aconteceram durante a Residência “Dias Profundamente Improvisados”, que ocorreu em Agosto deste ano, mas também assumindo esteformato de festival para que se apresentem bandas cujos músicos pertencem ao colectivo Profound Whatever como Made of Bones, Street Fight e Peixe Agulha.
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