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Cultura 21 de outubro de 2023

Oleiros: Isna evocada na Casa da Comarca da Sertã

Por: Diário Digital Castelo Branco

No ano em que se comemora o 230° aniversário da fundação da freguesia da Isna, concelho de Oleiros, a Casa da Comarca da Sertã (CCS), em conjunto com o ex-presidente da LAFI, Liga de   Amigos   da   Freguesia   de   Isna,   João   Nuno   Reis,   proporcionou  aos   filhos   da   Isna   e   seus familiares, residentes em Lisboa e arredores, um dia evocativo a todo o povo da freguesia da Isna.

A sessão solene realizou-se no passado dia 14 de Outubro na nova sede da Casa da Comarca da Sertã, sita na freguesia dos Olivais em Lisboa.

Segundo informação a que o Diário Digital Castelo Branco teve acesso e depois de uma breve alocução de boas vindas por  parte do presidente da CCS, seguiu-se uma explicação sobre esta mostra por parte do coordenador da iniciativa, João Nuno Reis, onde foram realçadas as duas exposições patentes na sala, uma de fotografia de sua autoria e de Pedro Rato e outra de desenho a preto branco do poeta e artista plástico, filho da Isna – José de Figueiredo Costa.

As fotografias expostas, de grande qualidade gráfica, apresentam uma parte do património humano mais importante da freguesia. As pessoas ali retratadas, todas com idades entre os 80 e 100 anos, representam a alma da freguesia na sua forma mais pura e genuína. São as pessoas mais idosas  a maior riqueza de uma freguesia.  Ambas podem ser visitadas até à próxima 4ª-feira, 25 de Outubro, mediante marcação.

Como associado e convidado deste evento, José de Figueiredo Costa fez a apresentação do seu  amigo e músico de flauta transversal, João Saboo, que o acompanhou no dizer de dois poemas, um  deles  feito para  este   dia  –  A princesa  -   numa  evocação  poética ao  nome   da  Isna  e seu significado.    

Numa   mesa   bem   decorada   e   graciosa,   foi   apresentada   uma   mostra   dos   produtos   típicos   da freguesia, tais como, mel, azeite, broa, filhós, maranhos e enchidos e diversos bolos, além de licores e aguardente de medronho. O dia acabou com um abraço fraterno e saudoso entre todos os presentes, levando cada uma para casa um pouco da sua freguesia e das suas gentes. Assim se constrói história para memória futura.

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