Por: Diário Digital Castelo Branco
A Terceira Pessoa, estrutura de Castelo Branco que desenvolve projetos artísticos, lançou a "Anatomia do Fazer", um livro que reúne um conjunto de materiais criados em torno do trabalho desenvolvido ao longo de 11 anos.
“O processo iniciou com o convite a quatro autores para produzirem textos em torno dos diversos eixos de ação que têm atravessado os projetos da Terceira Pessoa”, referiu, em comunicado, aquela estrutura de Castelo Branco.
‘Anatomia do Fazer’ é um objeto editorial que engloba um conjunto de materiais criados em torno do trabalho desenvolvido pela Terceira Pessoa ao longo de 11 anos de trabalho continuado, na área das artes performativas e dos cruzamentos pluridisciplinares.
No livro ensaiam-se conexões entre o pensamento criativo de artistas, participantes cocriadores, e os olhares que os próprios percecionam acerca dos objetos artísticos, o modo como os vivenciam imersos no processo criativo.
“Diogo Martins escreveu em torno da criação artística; Hugo Cruz foi desafiado a ensaiar a partir da dialética entre arte e comunidade; por sua vez, Isabel Silva pensou sobre as práticas artísticas e o seu impacto social, e Maria Sequeira Mendes refletiu sobre os movimentos entre arte e educação”.
Segundo a estrutura, cada um dos textos “potenciou uma corrente contendo uma série de respostas que Ana Gil, Diogo Martins, Nuno Leão e Óscar Silva foram produzindo e trocando entre si”.
“Reflete-se e disseca-se o caráter não-linear e multifacetado do pensamento artístico, dos espaços de subjetividade individual, invocando a autoperformance livre, o(s) tempo(s) e espaço(s) próprio(s) de cada elemento”, sintetizam.
O livro vai estar disponível no sítio da Internet da Terceira Pessoa.
Nos seus projetos, a Terceira Pessoa privilegia uma abordagem multidisciplinar, integrando profissionais provenientes de linguagens artísticas diversificadas.
Abrangendo públicos de várias faixas etárias e de meios socioculturais diversos, constrói um projeto de aproximação da comunidade aos territórios culturais da sua zona, bem como de outros locais do país e de promoção de uma troca entre o património local e as linguagens contemporâneas.
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