Por: Diário Digital Castelo Branco
A Câmara Municipal de Castelo Branco vai instalar 25 compostores comunitários nas freguesias do concelho no âmbito do projeto de recolha de biorresíduos lançado no verão de 2023.
O projeto RecolhaBio resulta de uma candidatura dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) ao Fundo Ambiental e já está em execução nas freguesias do concelho.
Segundo a Agência Lusa, a instalação de compostores comunitários nestas localidades visa o tratamento dos biorresíduos alimentares (restos da preparação das refeições, de alimentos, sacos de chá, borras de café) e de biorresíduos verdes (dos jardins) na origem, produzidos nessas freguesias”,
O projeto inicial previa a instalação de 19 compostores, mas a autarquia decidiu o seu alargamento para 25.
As comunidades de Lardosa, Monforte da Beira, São Vicente da Beira, Malpica do Tejo, Sobral do Campo e Ninho do Açor têm já à sua disposição compostores comunitários, cuja monitorização e o acompanhamento do funcionamento ficam a cargo de uma equipa dos SMAS que conta ainda com o apoio das respetivas juntas de freguesia.
No âmbito deste projeto, estão a ser desenvolvidas ações de sensibilização e capacitação promovidas pelos SMAS.
A meta municipal para a recolha de biorresíduos até 2030 é de cerca de 4.700 toneladas/ano, isto é, 50% do total da produção concelhia, que está nas 9.400 toneladas/ano.
“Deste modo, por um lado, diminui-se a quantidade de resíduos enviados para aterro e, por outro, promove-se a economia circular através da utilização funcional de composto orgânico (para aplicação nos solos)”, sintetiza a Lusa.
Segundo os dados disponibilizados pelo município, cada albicastrense produz, em média, cerca de 462 quilogramas por ano de resíduos urbanos e, destes, cerca de 171 quilogramas são biorresíduos alimentares.
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