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Educação 6 de junho de 2012

Amato Lusitano premiada na mostra nacional de ciência

Por: Diario Digital Castelo Branco

“Inducaton – Às Voltas coma indução Eletromagnética”. Este é título do trabalho de investigação com que os alunos Custódio Coelho, João Mendes e Pedro Roque desenvolveram durante cerca de seis meses de modo a concorrer ao XX Concurso de Jovens Cientistas e Investigadores 2012, promovido pela Fundação para a Juventude.

“Inducaton – Às Voltas coma indução Eletromagnética”. Este é título do trabalho de investigação com que os alunos Custódio Coelho, João Mendes e Pedro Roque desenvolveram durante cerca de seis meses de modo a concorrer ao XX Concurso de Jovens Cientistas e Investigadores 2012, promovido pela Fundação para a Juventude.

Após ter sido seleccionado pelo júri, o trabalho esteve presente na 6ª Mostra Nacional de Ciência que decorreu entre 31 de maio e 2 de Junho no Museu da Eletricidade, em Lisboa. “Foi, de fato, um dos stands mais visitados e, desde o primeiro dia, nos apercebemos que o trabalho estava a despertar atenções, o que era um excelente indicador pois estavam presentes na Mostra 96 projetos de alunos do ensino secundário e do primeiro ano do ensino superior” refere Pedro Roque.

Mais quatro trabalhos da ESAL foram apurados para esta Mostra. Abarcam temas tão diversos como a avaliação do ozono enquanto poluente atmosférico em Castelo Branco e a sua variação de acordo com a alteração da temperatura, a importância dos icnofósseis de Penha Garcia no desenvolvimento sustentável da freguesia, comparação física, química e bacteriológica entre a água recolhida na Barragem de Santa Águeda e a que abastece as nossas e a avaliação da possível implementação da “Teoria Keynesiana” no quadro de grave crise que o país enfrenta. Apesar de não terem sido premiados, merece destaque a sua presença pois só o seu apuramento merece ser entendido como um prémio.

Saliente-se que nos últimos três anos foram 13, de entre 14 que concorreram, os projetos desenvolvidos na escola que conseguiram o apuramento. Este esforço resulta “da necessidade de os alunos adquirirem competências de investigação e pesquisa de que vão necessitar no ensino superior, tendo em conta que, cada vez mais, a avaliação é aí feita através de trabalhos de investigação e não por por frequências e exames” refere João Belém, diretor da escola.

Assim, “para além da questão dos resultados e das médias de exame, a nossa preocupação é, também, promover competências que lhes facilitarão, em muito, o seu percurso académico no nível universitário e politécnico de ensino. Tendo em conta os trabalhos desenvolvidos pelos nosssos alunos nos últimos quatro ou cinco anos, muitos deles com destaque na comunicação social e junto da comunidade, é com orgulho que podemos afirmar estar entre as melhores escolas do país”, assinalou o Diretor.
 

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