Os dirigentes sindicais do Distrito de Castelo Branco vão estar esta 2ªfeira, 7 de Abril, às 14:00 horas, em frente do Hospital Amato Lusitano, Castelo Branco, para assinalar o Dia Mundial da Saúde, numa ação de sensibilização da população para a atual situação e para a necessidade de todos lutarem pela defesa e reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A iniciativa é do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e do Sindicato dos Professores da Região Centro
O SNS tem como objetivo garantir o acesso universal e gratuito (ou de baixo custo) aos serviços de saúde e para que funcione de forma mais eficaz é necessário ter os recursos humanos necessários que permitam cuidar dos utentes, sem tempos de espera, seja para consultas ou intervenções cirúrgicas.
Para os sindicalistas, é possível, basta que os equipamentos que existem nos hospitais e centros de saúde possam ser utilizados 24 horas/dia, 365 dias por semana, sendo necessário, para tal, mais profissionais de saúde, mas cuja contratação o governo tem impedido, levando à degradação do SNS.
“Há anos que se exige que as administrações devam ter autonomia, quer para contratar profissionais de saúde, quer para comprar equipamento inovador que permita, nomeadamente, diminuir os períodos de internamento.
A razão pela qual o governo, pelo contrário, quer enveredar pela privatização, engordando as Parcerias Público-Privadas (PPP) é porque se quer desresponsabilizar das suas obrigações na SAÚDE, apesar de isso significar, não melhor SAÚDE, mas sim desperdício de dinheiros públicos com grupos privados que, legitimamente visando o lucro, com esta medida, recheiam os seus cofres”, lê-se no documento enviado ao Diário Digital Castelo Branco.
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