Por: Diário Digital Castelo Branco com Lusa
Entre a comédia de série B e a reflexão poética sobre a vida e a morte, esta quinta-feira, 23 de Outubro, estreia-se, nos cinemas, o filme português “O Velho e a Espada”, de Fábio Powers. Apresentado como “uma fábula embriagada sobre maldições rurais”, o filme protagonizado por um homem “marginal, alcoólico” que tem capacidade de ver as almas das pessoas e que anda sempre com uma espada que fala.
Em nota de intenções, Fábio Powers, que cumpre a estreia como realizador, explica que o filme se inspira “em mitos e lendas do interior de Portugal, é uma homenagem aos filmes americanos de série B” e tem uma “forte influência” da animação japonesa.
Rodado em 2019 em Sarzedas, concelho de Castelo Branco, com produção própria de Fábio Powers e do assistente de realização Cristiano Guerreiro, o filme é protagonizado por António da Luz e conta com a participação de atores do grupo abicastrense Váatão Teatro e da Associação Cultural Marafona Encantada, da aldeia histórica de Monsanto.
“No centro da narrativa está António – um homem que luta contra o alcoolismo, rejeitado pela sociedade e em confronto com os seus próprios demónios. Embora o filme possa parecer uma fantasia ou comédia, mergulha em temas mais profundos como a perda, o isolamento e o combate interior”, refere o realizador.
“O Velho e a Espada” já foi exibido por vários festivais independentes de cinema, nomeadamente e um dos mais recentes, o MOTELX.
Formado em Cinema e Design Multimédia, Fábio Powers trabalhou em animação e em banda desenhada.
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