Por: Diário Digital Castelo Branco
O Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, visitou o concelho de Castelo Branco, esta sexta-feira, 30 de Janeiro, onde reuniu com o Presidente da Câmara Municipal, Leopoldo Rodrigues, no âmbito da avaliação dos prejuízos provocados pela Depressão Kristin.
Em comunicado, o Gabinete de Comunicação e Imprensa da Autarquia, refere que a reunião permitiu fazer um ponto de situação sobre os estragos registados no concelho, bem como articular respostas e soluções, em estreita colaboração entre a administração central e o poder local.
Durante a visita, o governante assegurou que “ninguém ficará de fora” dos apoios destinados a fazer face aos danos causados pelo fenómeno meteorológico, sublinhando o compromisso do Governo em apoiar todos os agricultores e entidades afetadas. “Ninguém fica de fora por não ter internet ou ter dificuldade em termos de literacia digital”, garantiu, frisando que “os serviços estão no terreno, temos as Câmaras Municipais como parceiros, assim como a Proteção Civil, os Bombeiros e demais agentes e entidades, e também estamos disponíveis através dos nossos contactos”. José Manuel Fernandes referiu que o Ministério “atuou de imediato”, tendo disponibilizado “rapidamente uma plataforma para as pessoas sinalizarem os prejuízos causados”. “Sinalizar, não quer dizer que recebam apoio, mas nós precisamos de criar medidas em função daquilo que é elegível, até para conciliação de vários apoios, incluindo europeus”.
Segundo a autarquia, o Ministro afirmou que estão a ser desenvolvidos todos os esforços para que os mecanismos de apoio sejam acionados com a maior brevidade possível: “Já entrámos em contacto com a Comissão Europeia para verificar se é possível acionar em termos de montante” e também outras linhas de apoio e instrumentos financeiros, numa linha de atuação semelhante àquela que foi feita aquando dos incêndios.
Citado na nota de imprensa, o Presidente da Câmara Municipal reconhece a celeridade neste pagamento: “Foi muito importante essa forma rápida e expedita como os pagamentos foram feitos às pessoas lesadas com os incêndios para suprir situações de emergência”; “prevejo que este processo de avaliação e pagamento funcione igualmente bem agora com os prejuízos da intempérie”, lê-se na nota.
Em termos agrícolas e pecuários, Leopoldo Rodrigues informou que “ainda não conseguimos fazer o levantamento de todas as situações”, mas está sinalizado um conjunto de ocorrências, “com prejuízos que são de monta e muito importantes”, nomeadamente em explorações agropecuárias, olival e apicultura, assim como danos em estruturas, incluindo o Parque de Leilões de Gado da Beira Baixa, gerido pela Ovibeira.
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