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Região 16 de fevereiro de 2026

Penamacor: Lamento do Presidente da Câmara garante serviços de cuidados primários no Município

Por: Diário Digital Castelo Branco

A Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco garante que “não há qualquer perda de serviços” em Penamacor e que “os utentes continuam a ter acesso a todos os cuidados de saúde na Unidade de Cuidados de Saúde Primários” daquela vila.

O conselho de administração da Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco e o presidente da Câmara Municipal de Penamacor reuniram-se este sábado, 14 de Fevereiro, para esclarecer o encerramento parcial do Serviço de Atendimento Complementar (SAC).  

Num comunicado conjunto, assinado pelos presidentes da ULS, Rui Amaro Alves, e da Câmara de Penamacor, José Miguel Oliveira, salientam que “ambas as entidades estão totalmente empenhadas na resolução desta questão, com o objetivo de melhorar a atividade assistencial a prestar aos utentes do município de Penamacor”.

A ULS de Castelo Branco garante que “não há qualquer perda de serviços e que os utentes continuam a ter acesso a todos os cuidados de saúde na Unidade de Cuidados de Saúde Primários de Penamacor, localizada no mesmo edifício do SAC”.

Já a Câmara de Penamacor, distrito de Castelo Branco, reiterou “total disponibilidade para, em conjunto, continuar a procurar as respostas mais adequadas às legítimas ambições da população”.

A decisão de encerrar parcialmente o SAC tinha sido tomada de forma unilateral, pela ULS de Castelo Branco, que deu ordem de encerramento daquele serviço nos dias em que não tivesse um médico escalado, o que motivou uma manifestação pública de protesto, por parte do executivo municipal penamacorense.

José Miguel Oliveira tinha lamentado que a decisão tivesse sido adotada “sem qualquer comunicação prévia à autarquia nem às restantes entidades que trabalham com o Centro de Saúde”, o que classificou como “uma opção profundamente errada, lesiva do interesse público e gravemente prejudicial para a população do concelho”, além de se traduzir em “um completo desrespeito pelo poder local, pelos profissionais de saúde e pelas instituições que trabalham e conhecem a realidade concreta do território”.

A ULS de Castelo Branco tinha garantido que “sempre que estiver um médico escalado e que este esteja presente, o SAC manter-se-á aberto de acordo com o horário da escala”.

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