Por: Diário Digital Castelo Branco
A denúncia é feita por uuma pessoa que se deslocou de Lisboa para visitar a campo dos seus familiares, que jazem no cemitério de Santo Idelfonso, freguesia das Sarzedas, concelho de Castelo Branco, como faz regularmente.
Desta vez o denunciante encontrou um cenário que jamais pensou ver. “Campas colapsadas, muros derrubados, cruzes partidas, terra revolvida e escombros espalhados. Um mês depois da tempestade Kristin, o cemitério continua ao abandono”, afirma.
A pessoa diz, ainda, que não houve isolamento da área. Não há vedação, não há sinalização de perigo, não há qualquer informação visível às famílias. Campas estão expostas aos animais selvagens. “Pessoas idosas continuam a circular entre estruturas instáveis, pedras soltas e zonas potencialmente perigosas. Isto não é apenas desorganização, é a total negligência”, reitera.
“Estamos a falar de um espaço de memória, de respeito, de luto. Estamos a falar da dignidade dos nossos mortos. O mínimo exigível seria a rápida proteção da área afetada, a comunicação transparente do que vai ser feito e um plano concreto de recuperação. Até agora, silêncio.
“É inadmissível que, passado um mês, nem a Junta de Freguesia, nem o Município tenham tomado medidas visíveis para proteger o espaço e as famílias”, acusa.
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