Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A procuradora-geral Adjunta Cândida Almeida defendeu no sábado uma alteração na forma de eleição dos juízes do Tribunal Constitucional, dizendo que “alguma coisa está errada” quando a sua escolha implica um entendimento ente partidos políticos.
A procuradora-geral Adjunta Cândida Almeida defendeu no sábado uma alteração na forma de eleição dos juízes do Tribunal Constitucional, dizendo que “alguma coisa está errada” quando a sua escolha implica um entendimento ente partidos políticos.
Para a diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, o “ modo de eleição” dos juízes do Constitucional “pode perturbar e manchar a independência dos juízes e também a independência e a integridade dos partidos e da Assembleia da República, que os elege.”
“Deveria o poder político efetivamente estar mais afastado”, acrescentou, no final de uma conferência na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, e em resposta a uma questão de uma aluna
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