Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
País 4 de setembro de 2012

Sociedade Portuguesa de Autores pede intervenção do PR sobre RTP

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) apelou hoje ao Presidente da República para que “tome uma posição” em relação à RTP, e estendeu o apelo ao secretário de Estado da Cultura, por causa da “anunciada” extinção da RTP2.

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) apelou hoje ao Presidente da República para que “tome uma posição” em relação à RTP, e estendeu o apelo ao secretário de Estado da Cultura, por causa da “anunciada” extinção da RTP2.

 

Em comunicado, a SPA manifesta-se do lado da comissão de trabalhadores da RTP, pelas posições tomadas em relação aos trabalhadores e à defesa do serviço público de televisão.

O organismo apela ainda ao Presidente da República para “que tome uma posição clara sobre este assunto, bem como à direcção do CDS-PP, para que não permita que o assunto se dilua na teia de conveniências, pactos e interesses que sempre envolvem uma coligação governamental”.

O apelo inclui ainda o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, “tendo em conta as consequências irreparáveis da anunciada extinção da RTP2 para a vida cultural portuguesa”.

Para a SPA, o serviço público não será assegurado de “modo correcto e eficaz” se for concessionado a privados e que isso significa “um grave retrocesso”.

“As intervenções da comissão de trabalhadores da RTP têm acentuado a importância deste tema como verdadeiro assunto de Estado, e não como mera medida de gestão anunciada de forma ligeira e politicamente pouco sustentável por um consultor do Governo, e não pelo ministro da tutela”, referiu a direcção da SPA.

A Sociedade Portuguesa de Autores concorda que os contribuintes portugueses não devem “suportar, com os seus impostos, a viabilidade desta operação de contornos nebulosos e equívocos”.

No fim-de-semana, a comissão de trabalhadores da RTP defendeu que o novo conselho de administração da empresa deve ser nomeado pelo parlamento.

O novo conselho de administração deve “caracterizar-se por uma capacidade de diálogo com provas dadas, que lhe permita criar consensos com as duas componentes fundamentais do serviço público: os trabalhadores que devem prestá-lo e o público que dele deve beneficiar”, disse a comissão de trabalhadores.

 

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!