Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O presidente da Câmara de Gondomar, Valentim Loureiro, disse hoje que a única intervenção pedida ao Ministério Público relacionada consigo e com o processo Apito Dourado se relaciona com a prescrição de crimes, que ele próprio invocou.
O presidente da Câmara de Gondomar, Valentim Loureiro, disse hoje que a única intervenção pedida ao Ministério Público relacionada consigo e com o processo Apito Dourado se relaciona com a prescrição de crimes, que ele próprio invocou.
“O processo está na segunda secção do tribunal judicial de Gondomar. O senhor juiz despachou o processo para o Ministério Público para se pronunciar sobre a questão das prescrições [dos crimes de abuso de poder] e nada mais”, afirmou à Lusa Valentim Loureiro, após conduzir mais uma reunião de Câmara.
A observação do autarca surge pouco depois de a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter informado hoje que o acórdão que decretou a perda de mandato de Valentim Loureiro na Câmara de Gondomar vai ser executado “brevemente”, embora realçasse que ainda estão pendentes questões suscitadas por este e outros arguidos.
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