Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Associação do Comércio Audiovisual revelou hoje, em Lisboa, que pondera processar o Estado português caso o poder judicial não se pronuncie sobre o processo de 2.000 denúncias de partilha ilegal de ficheiros na internet.
A Associação do Comércio Audiovisual revelou hoje, em Lisboa, que pondera processar o Estado português caso o poder judicial não se pronuncie sobre o processo de 2.000 denúncias de partilha ilegal de ficheiros na internet.
Nuno Pereira, presidente da Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR), falava numa conferência de imprensa para apresentar publicamente a posição da entidade sobre um despacho do Ministério Público relativo às denúncias.
Em janeiro e abril do ano passado, a ACAPOR tinha apresentado um total de 2.000 queixas na Procuradoria-Geral da República sobre partilhas não autorizadas na internet de obras cinematográficas que, segundo a entidade, estavam à data a ser exibidas em salas de cinema do país.
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